
Nas últimas Assembleias de Escola, continuámos a investir na educação emocional como pilar da convivência.
A partir do livro “Deixa-me em Paz”, de Alicia Acosta, trabalhámos com os alunos a importância da escuta genuína, do respeito pelo espaço do outro e da negociação como estratégia construtiva na resolução de conflitos. Percebemos que reconhecer o limite do outro, e o nosso próprio limite, é uma competência social que se aprende, treina e fortalece.
Nesta assembleia introduzimos o “Termómetro: Como me sinto?”, desafiando os alunos a identificar e nomear as suas emoções, compreendendo que todas são legítimas e que a nossa responsabilidade é o comportamento. Fizemos a ponte com o livro trabalhado na assembleia anterior, centrado na gestão da raiva, reforçando a ideia de que sentir zanga é humano; aprender a regulá-la é desenvolvimento.
Refletimos sobre estratégias concretas de autorregulação: respirar antes de agir, afastar-se para recuperar equilíbrio, pedir ajuda, transformar o impulso em palavra. Pequenos gestos que, repetidos, constroem maturidade emocional.
Porque a escola é também este espaço onde se aprende a viver em relação, com consciência, respeito e responsabilidade.
Fevereiro 23, 2026










